Fobia, Pânico, Depressão e dores físicas crônicas

Quero enviar um recado às pessoas que sofrem de alguma fobia, de pânico, depressão severa ou dores físicas crônicas, como a fibromialgia, por exemplo. Quando nós, terapeutas de regressão, divulgamos os bene­fícios da Terapia de Regressão nesses casos, estamos querendo transmitir aquilo que vemos em nosso consultório, no dia a dia, as melhoras, tan­­to do ponto de vista dos sinto­mas como da ansiedade que envolve as pessoas que sofrem desses males e não entendem por que passam por isso, o que é, por que acontecem as crises, de onde vem isso…

Já atendi centenas de pessoas que me re­ferem suas crises, suas angústias, sua peregrinação por médicos, psicólogos, Centros Espíritas e Espiri­tualistas etc., e que obtiveram uma melho­ra parcial, uma amenização dos seus sintomas ou uma atenuação apenas enquanto tomam a ­medicação psicotrópica, mas que ressurgem com força ao di­minuir a dose ou quando o medicamen­to começa a não fazer mais efeito. Em cada rosto, em cada voz, na primeira consulta perce­be-se um grito, um ­pedido de socorro, uma ansiedade para livrar-se ­daquilo. Muitos chegam a dizer que a Terapia de ­Regressão é sua última esperança, que já não aguentam mais, são anos e anos, alguns desde criança, alguns já fizeram regressões e não tiveram resultado.

O que lhes digo é a respeito da Regressão segundo o nosso Método, da nossa Escola, em que a ­regres­são é um procedimento espiritual dirigido pelo Mundo Espiritual, e não por nós, e portanto não posso prometer-lhes nada, apenas fazer o procedimento e deixar a ­cargo dos seus Mentores o que vão acessar, o que seus Mentores entendem que podem acessar, e o que curarem é o que está na hora de curar. Mas me parece que o fato de uma pessoa procurar um pro­ce­dimento espi­ritual, como é a ­regressão, já faz com que ­tenha o merecimento de receber esse be­ne­fício, pois 95% das pessoas têm suces­so ou, no mínimo, melho­ram muito. O ideal é realizar três ou ­quatro sessões de regressão para encontrar e desligar-se de cinco ou seis situações de vidas passadas. Alguns ­fazem ­apenas uma ou duas ­sessões, melhoram, mas abandonam o tratamento e não sei se foram curados ou ­apenas melho­raram. O que sei é que, das vidas passadas que foram desligadas, não vêm mais os sintomas (medo, an­gús­tia, im­paciência, raiva, tristeza etc.), mas a recomendação é que se façam sessões até ­apare­cer uma vida passada “normal”, sem nada de traumá­tico, é um “sinal” do Mundo Espiri­tual de que não é mais necessário realizar-se regressões. Geral­mente são necessárias três ou quatro sessões, rara­mente precisamos fazer mais sessões.

Mas nós da Associação Brasileira de Psico­terapia Reencarnacionista não somos apenas terapeutas de regressão, e sim psicoterapeutas reencarna­cionistas que utilizam as regressões com duas finalidades:

  1. Ajudar as pessoas a encontrarem dentro do seu Inconsciente as situações de vidas ­passadas de onde vêm os seus sintomas e desligarem-se de lá.
  2. Ajudar as pessoas, após as sessões, ­quando conversamos sobre o que foi encontra­do, a enten­der o que chamamos de Personalida­de Congênita (padrão comportamental repetitivo encarnação após encarnação), que é a chave para entendermos a nos­sa proposta de Reforma Íntima. Como as pessoas acessam ­vá­rias vidas passadas para desli­garem-se de todas elas, muitas vezes conseguem ver como eram em suas vidas anteriores, como era a sua personalidade lá, os seus sentimentos, as suas atitu­des, enfim, recordam como eram em seu passado, há sécu­los. E comparando-se como são hoje, vão enten­den­do o conceito de Personalidade Congênita, pois o que tinham de inferior, de negativo em suas características nesses séculos passados e que ainda apresentam até hoje, é o que vêm reencar­nando para melhorar e é para o que reencarnaram atual­mente, dentro do princípio da Reforma Íntima.

Muitas pessoas ironizam a Terapia de Regressão afirmando que todo mundo era rei, era rainha, era nobre, vivia na França… Não sei se é porque eu sou brasileiro, gaúcho, plebeu, tupi­niquim, mas comigo isso não acontece, as pessoas acessam vidas passadas em que eram ­pessoas do povo, camponeses, soldados, ­donas de casa, marinheiros, padres, freiras, crianças, mendigos, prostitutas, etc. Mas para a Psi­co­terapia Reencarnacio­nista e sua proposta de nos ajudar a aproveitarmos realmente essa atual encarna­ção, não importa “o que” fomos em vidas passadas, e sim “como” ­fomos, pois aí encontramos características de personalida­de e sentimentos, e nos ajuda a nos entendermos mais hoje, nos situarmos dentro da nossa evolução espiritual e saber­mos se estamos ­aproveitando as nossas encarnações no sentido da evolução espiritual ou não, ou muito pouco, que é o mais frequente.

Nenhum terapeuta de regressão que eu conheça é contrário à medicação química para ­atenuar os sintomas, mas nenhum de nós é favorável a que isso seja “o tratamento”. Os psicotró­picos podem ser utilizados por um certo ­tempo, mas, com os desligamentos das situações ­causais do Pânico, podem ser descontinuados e ser gradativamente retirados. Para as pessoas que não se ­submetem às regressões e não se curam, a medicação deve, geralmente, ser tomada a vida toda ou até algo “sobrenatural” acontecer, como uma ação do Mun­do Espiritual, uma desobsessão ou o ­desligamento da pessoa das situações pretéritas espontaneamente. Existem mui­tos mistérios nestas questões kármicas e é possível uma ­pessoa curar-se sem Regressão, se os seus Mentores ­Espirituais assim o resolverem.

As pessoas muitas vezes perguntam se ­podem continuar tomando os medicamentos psicotrópicos enquanto fazem as regressões e a resposta é sim. Não atrapalham em nada, e de­pois dos des­ligamentos das três ou quatro sessões, elas podem conversar com seu psiquiatra e irem retirando gradativa­mente os remédios até suspenderem definitivamente. Após a alta, recomendo que, se um dia sentirem algo estranho novamente, um medo, uma ansiedade sem mo­tivo, uma tristeza, uma dor física inexplicável, que retornem à consulta para fazermos mais uma ou duas sessões de re­gressão para ver se alguma vida passada ativou-se. Al­gumas vezes, em uma certa idade, uma vida passada entra em atividade e a pessoa começa a viver aqui e lá ao mesmo tempo, sentindo hoje o que sentia naquela época, e tem de ser desligada dela. Ou, então, uma certa situação na vida atual pode ocasionar essa ativação, como encontrar uma pessoa que seu Inconscien­te reconhece lá do passado, um trauma, uma doen­ça, um filme etc.