Existe afrodescendenteVenho acompanhando há algum tempo a iniciativa de dedicar uma certa parcela de matrículas nas Universidades Federais aos afro-descendentes e fico me perguntando: O que são afrodescendentes? Se nós olharmos pela cor da pele, são mesmo, mas se olharmos pelo prisma reencarnacionista, são Espíritos que nessa atual encarnação vieram nessa cor de pele. Podemos dizer, então, que todos os negros são afro-descendentes? Quantos deles já foram brancos em outras encarnações? Quantos brancos já foram negros em outras encarnações? Os negros “são” negros ou “estão” negros? Eu “sou” brasileiro ou nessa atual encarnação, nasci no Brasil? Já me vi na encarnação anterior, um escritor russo, eu era russo ou tinha encarnado naquele país? Na encarnação anterior eu fui um mendigo, hoje sou médico... Eu “sou” gaúcho, ou nasci nesse estado nessa vida atual?

Após muitos milênios em que as mulheres dominaram os homens, gradativamente esse comando passou a ser dos homens sobre as mulheres e agora, finalmente, vem nascendo uma Nova Era, em que não existirá mais o poder de um gênero sobre outro, criando-se, gradativamente, na Terra, uma igualdade entre ambos. Nessa fase de transição é normal que ocorra uma grande confusão, em que o que está acontecendo fica sujeito a forças instintivas e a forças vindas do Universo, fazendo com que ocorram exageros, tanto para quem sente que isso está acontecendo e deseja, consciente e inconscientemente, colaborar para a mudança, como para quem, ao contrário, deseja impedir que ela ocorra, por motivos vários.

O que se chama de “empoderamento das mulheres” é algo absolutamente necessário para que essa transição ocorra, pois o poder dos homens sobre as mulheres chegou ao seu ponto crítico, aqui no lado ocidental do nosso planeta mas, principalmente, no lado oriental, onde trava-se, em muitos países, uma verdadeira guerra interna entre homens e mulheres, com proibições, penas, castigos e outros absurdos semelhantes.

(extraído do livro “Tratando Fobia, Pânico e Depressão com a Terapia de Regressão a Vidas Passadas” – Mauro Kwitko – Besourobox Edições)

 

A visão tradicional

Fobia origina-se do grego Phobia, que significa medo intenso ou irracional, aversão, hostilidade. Segundo o paradigma psiquiátrico oficial é um “medo excessivo e irreal de um objeto, pessoa, animal, atividade ou situação. É um tipo de distúrbio de ansiedade. Algumas fobias são específicas, por exemplo, uma pessoa pode ter medo só de aranhas Aracnofobia ou de gatos Galeofobia. Algumas fobias causam dificuldade em uma variedade maior de lugares ou situações, por exemplo, o medo de alturas “Acrofobia bastando a pessoa olhar para fora da janela de um apartamento, dirigir sobre uma ponte alta e até mesmo vendo cenas de altura no cinema ou na televisão. O medo de espaços fechados Claustrofobia pode ser ativado ao entrar em um elevador, em um recinto fechado, etc. As pessoas com essas fobias geralmente necessitam alterar as suas vidas drasticamente e, em casos extremos, uma fobia pode ditar a profissão da pessoa, o seu local de trabalho, o seu roteiro ao dirigir, suas atividades sociais ou o ambiente de sua casa. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 15% da população mundial sofre de algum tipo de Fobia.

(extraído do livro “Tratando Fobia, Pânico e Depressão com a Terapia de Regressão a Vidas Passadas” – Mauro Kwitko – Besourobox Edições)

A visão tradicional

 

Na visão tradicionalmente aceita, o transtorno do pânico é um distúrbio ni­ti­da­mente diferente de outros tipos de ­ansieda­de, que caracteriza-se por crises súbitas, sem fatores de­sencadeantes aparentes e, frequentemente, de tendência a tornar a pessoa incapacitada a levar uma vida normal. Depois de uma 1ª crise de Pânico, por exemplo, enquanto a pessoa dirige, está fazendo compras em uma loja lotada ou está em algum local aberto, uma praça, um estádio de futebol, ela pode desenvolver um medo ­irracio­nal dessas situações e começar a evitá-las. Gradati­vamente, o ­nível de ansiedade e o medo de uma nova crise podem atingir proporções tais que a pessoa com o transtorno do pânico pode até se tornar incapaz de dirigir ou sair de casa. Nesse estágio, diz-se que a pessoa tem Transtorno do Pânico com Agora­fo­bia. Desta forma, o transtorno do pânico pode ter um impacto tão grande na vida cotidiana de uma pessoa como ­outras doenças mais graves, a menos que ela receba um tratamento eficaz e seja compreendida pelos demais.